Sabiam?
28 janvier 2012
Algumas vezes interrogo-me sobre o perfil da pessoa que espreita o meu blog, uma média de 600 por dia.
Na verdade, nem a metade lê um post e os comentários são poucos.
Sabiam que no Flickr, onde gosto de publicar as minhas fotografias, o rabo do cavalo é a preferida e que a fotografia mais vista até hoje é esta e a mais comentada aquela?
A mais equilibrada entre todas (no critério das preferências e comentários) é onde apareçam as minhas mãos tricotando. Estava uma manhã fria!
De resto, tanto no Flickr como no blog, há uma grande preferência pelas fotos cujo tema gira à volta da lã. No flickr é o tricot; no blog, Pela Fresca.
O post mais consultado no dia da sua publicação… preferia não lembrar!
Inspirador
27 janvier 2012
Num dos meus passeios pelas margens do Guadiana encontrei inspiração para juntar texturas e tonalidades numa nova mini bolsa.
Um fio de seda oferecido pela Joana e uma camisa de seda natural da Mutti (avó), completam a composição. Não escolho o caminho mais fácil para a sua realização, mas gosto de desafios!
Rodrigo
26 janvier 2012
Colhemos flores na borda do caminho. Uma manifestação de quanto estamos felizes por estar outra vez todos juntos.
Rodrigo, o meio-irmão, o meu enteado.
Há mais de 5 anos que não vinha e 5 anos é muito na vida duma família, na cabeça duma criança, logo, as 3 crianças.
A nossa semana mexe com o passado. Recordação dos desenhos dos primeiros anos de escola quando pediam um retrato da família.
Erámos 6.
Está quase de partida!
Reciclar ganga II
25 janvier 2012
Coisa que não gosto, é de ver gangas rasgadas, com pequenos buracos, linhas a se desfazerem…
Com o que sobrou da saia, fiz uns pequenos remendos em forma de coração (é coisa que gosto!).
Adoptei a excelente técnica da Rosa para uns tantos outros remendos nos joelhos (assim salvei 3 pares de gangas!).
Mas há calças de ganga que definitivamente não podem ser mais usadas. Não deito nada fora. Guardei o comprimento das pernas para um próximo post mas com o bolso traseiro e a costura lateral típica nestas calças, fiz duas “têtes de nègres”.
Das fotos
24 janvier 2012
Está quase a fazer anos.
É a difícil escolha de eleger a fotografia para lançar o convite para uma noite entre amigas.
…
Oito Magazine… dedicada exclusivamente à fotografia portuguesa. Muito bom!
Certezas
23 janvier 2012
Há manhãs que nada fazem prever.
Desvio-me do caminho uns metros para aguçar a curiosidade e acabo por me cruzar com este animal. Do nosso encontro, nasceu a certeza de que no dia em que voltarmos para a Beira Alta, o burro pastará nas nossas terras como um animal de grande estimação.
A J. terá o seu sonho realizado!
A Cavalariça
20 janvier 2012
O post da Sílvia motivou-me. Não gosto muito de mostrar a minha casa e por mais incrível, nem a imagino fotografada e publicada em revistas de decoração.
O espaço que habito é muito pessoal, tal como os livros nas estantes duma biblioteca.
Mas reconheço, após mails trocados com ela, que posso partilhar algumas ideias que me passaram pela cabeça aquando da restauração da cavalariça.
A cavalariça é uma casa separada do resto da outra casa.
Remodulou-se em sala de estar ou salão como preferirem.
Hoje, tem uma mezzanine (no Alentejo diz-se sobrado) e por baixo, uma casa de banho de apoio.
Para poupar na eléctricidade e como não há janelas naquele cubículo, optei por restaurar uma porta de vidro. Coloquei um cortinado com rendas feitas pelas senhoras da Beira Alta, tal como na outra casa de banho da casa principal.
A ideia de não carregar no interruptor, de cada vez que é preciso là entrar, é uma victória (pensem nisso)!
Para aquecer o espaço que acaba por ser bastante generoso, recorri a uma salamandra. Como o pé direito é alto (a cavalariça funciona sobre uma simples inclinação a nivel do tecto) ganho em aquecimento, com o melhor rendimento possível. Controlo facilmente a intensidade das brasas e vou poupando na lenha.
Num dos cantos da cavalariça vou colocar estas cerâmicas eléctricas, com intervalos regulares, tanto na altura com na largura e farão a vez de bengaleiro.
Mantive os materiais tradicionais da região, os tectos de caniços e a tijoleira artesanal de Santa Catarina.
De resto, como o espaço é relativamente novo, precisamos de habitá-lo para lhe dar vida. A nossa vivência e as nossas recordações serão a melhor decoração do espaço existente.
Visitar a Vila
18 janvier 2012
Ontem, foi dia de conhecer um pouco melhor a Vila de Mértola.
Depois das aulas, fomos ao posto de Turismo e perguntámos quais os museus possiveis de visitar àquela hora avançada do dia.
Estudámos o mapa e optámos pelo percurso caminhando junto à muralha. Fomos espreitar a Casa do Ferreiro e visitámos o Museu de Arte Islâmica. Descemos até à Torre do Rio.
Cumprimentávamos as pessoas à nossa passagem.
Em tão poucas horas ficámos a entender muito mais sobre os vestígios duma antiga cidade mediterrânica.
Como pode, hoje, Mértola ser tão esquecida?
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Não tem nada a ver
16 janvier 2012
Preparo-me para comprar um par de socas, duma marca mais que portuguesa mas infelizmente, não fazem tamanhos acima do 40.
Também não entendo porque há portas cujas maçanetas estão praticamente à altura do chão.
É para gente mais que pequena ou sou eu desmesuradamente grande?






































