Rodrigo
26 janvier 2012
Colhemos flores na borda do caminho. Uma manifestação de quanto estamos felizes por estar outra vez todos juntos.
Rodrigo, o meio-irmão, o meu enteado.
Há mais de 5 anos que não vinha e 5 anos é muito na vida duma família, na cabeça duma criança, logo, as 3 crianças.
A nossa semana mexe com o passado. Recordação dos desenhos dos primeiros anos de escola quando pediam um retrato da família.
Erámos 6.
Está quase de partida!









26 janvier 2012 at 4:12
:-D
27 janvier 2012 at 12:16
oh, não sabia que eras madrasta, como eu! cá em casa preferimos a palavra à moda do teu outro país — “belle-mère” é muito mais bonito :)
27 janvier 2012 at 1:10
Tem piada Inês, também não gosto da palavra madrasta. Como não aprendi o português, posso me permitir extravagância na tentativa duma compreensão linguística. A sonoridade da palavra “madrasta” é tão dura, fria que quase, quase a ponho ao mesmo nível que a palavra “mère”. “Mére” carrega autoridade (sempre a nível sonoro)… acho que a culpa é da letra “R” :)
27 janvier 2012 at 3:20
“Madrasta” é terrível porque, para além do som, é uma palavra cheia de conotações — as madrastas das histórias tradicionais são sempre horrorosas, más que se fartam :)
Para mim “mère” não tem esse peso mas eu não sou francesa. A mim lembra-me sempre a outra palavra que se diz da mesma maneira — “mer” — e por isso soa-me bem :)