27 mai 2012

...
...

Na madrugada dos meus encontros, ainda vi ovelhas por tosquiar!

Transumância

27 juin 2011

Transumância
Transumância
Transumância

Na madrugada de ontem, iniciou-se a transumância estival na Serra da Estrela, subindo 1200 metros, chegando aos 1600 metros de altitude, com 950 cabeças, entre elas ovelhas e cabras, uma matilha de cães e uma dezena de pastores.
As 7 horas de longa caminhada, entre asfalto, canadas e mato queimado, mais o calor, o pó, a sede constante, e a dor muscular foram superadas por um fim de dia tão intenso, único, inesperado e gratificante como o nascimento deste cordeiro.
Sobre esta transumância, há por enquanto mais aqui.

Lire la suite »

As Azenhas do Rio Neiva

25 février 2009

Azenhas

Na margem

A cadeia

Há já alguns anos que não íamos até às azenhas de S. Paio de Antas. Por insistência da J., decidimos fazer uma bela caminhada, agora balizada, junto ao Rio Neiva.
Numa tentativa de pisar os caminhos que dantes as pessoas da terra percorriam, de foles ao ombro, (e quem me dera ver estes documentários!) levando o milho em grão até as azenhas e regressando depois com a sua farinha, tentámos mostrar às nossas filhas a história rural dum Portugal doutros tempos, ainda não muito longínquos.

O descanço

A ribeira

14 septembre 2008

É preciso descer, descer, descer… até o rio Seia, mas a gente daqui sempre chamou de “A Ribeira”.

O moínho

A beira da ribeira

Havia moínhos, burras carregadas para baixo, burras carregadas para cima com o milho.
Havia gente.
Fazia-se vida a beira da ribeira.
O linho era là lavado e na altura da matança, as tripas também.

Havia gente na ribeira.
Iam là pescar e os miudos, tais uns peixes, a nadar no açude.

Hoje, a ribeira não atraia a gente. Foi lentamente desertada.
Raramente cruzo-me com pescadores. O javali atraíu o caçador.
Para là do açude, no entanto, as lontras regressaram. Poucos sabem, nós e uns poucos poetas que por là se inspiram.

Na Serra

12 août 2008

Subimos à Serra do Açor.
Percorremos a Mata da Margaraça.
Molhamos os pés na Fraga da Pena.
Embriagamo-nos com os seus perfumes.

Um pique nique cuidadosamente organizado por elas.

Um dia que despertou todos os sentidos.

A caminho de Travancinha

13 juillet 2008

No penedo do João Brandão.

Suivre

Get every new post delivered to your Inbox.

Joignez-vous à 30 followers