Encontro da Primavera
25 avril 2012
Participámos em família e com uns amigos no Encontro da Primavera na Herdade do Freixo do Meio.
Lamento só ter visto um cravo vermelho ao peito daquele que há 14 anos me prometeu amor eterno!
C’est reparti
1 janvier 2012
Dia de S. André
1 décembre 2010
Com a abertura da época da colheita da pinha, os homens não vieram hoje trabalhar, somente as mulheres apareceram de manhã para erguer a primeira azeitona. Os restantes dias serão consagrados à apanha apesar do frio gélido que se faz sentir neste imenso vale.
Ao almoço, juntamo-nos à comunidade vizinha para gozar a feira do Santo André, uma feira anual também chamada a feira das nozes.
Por falar em frutos secos, estou a pensar no bolo de Natal. A Maria propõe um bolo com frutas cristalizadas. Algumas sugestões? Lire la suite »
Três datas
25 avril 2010
No seguimento das comemorações alusívas a este feriado (como foi o caso o ano passado), fomos comemorar três datas, que marcaram este dia na nossa família, na Casa da Ínsua em Penalva do Castelo.
O marco histórico é o 25 de Abril de 1974.
10 anos antes, os meus pais uniram-se.
28 anos depois fomos nós.
25 de Abril SEMPRE!
Memórias
25 avril 2009
São as memórias colectivas.
São também memórias contadas em família.
…
História de Portugal
25 de Abril
Textos de Paula Cardoso Almeida
Ilustrações de Carla Nazareth
Quidnovi, 2008
"Ter vizinhos, ter amigos…"
7 octobre 2008
Foi um despertar sobre a primeira chuva do Outono.
Aproveitando o feriado municipal de Oliveira do Hospital, fomos espreitar novos livros na biblioteca de Tábua.
Para assinalar o mês da Música, está patente uma magnífica exposição de instrumentos étnicos cedidos pela Casa da Ribeira, com uma mostra de fotografias de Ricardo Leal.
E como a C. ficou de cama com temperatura, trouxemos-lhe, entre muitos outros livros, “A Saquinha da Flor” de Matilde Rosa Aráujo com ilustrações de Gémeo Luís (do seu verdadeiro nome Luís Mendonça).
“…
Na verdade, à Avó não faltava nada. Ou faltava?
As lembranças de uma vida inteira acompanhavam-na.
Ela, Amélia, ali no monte, naquela casa de granito onde tinha nascido.
Acompanhava-a o Faísca, o cão de olhos meigos, olhos que falavam.
E, em volta, viviam ainda alguns vizinhos. Ter vizinhos, ter amigos, mesmo que não estejam à nossa beira, é uma felicidade.
E Amélia sabia colher a felicidade como se colhe a fruta madura de um pomar.
E mais ainda.
Olhava as árvores, o chão, as flores do monte. Escutava os pássaros. As cigarras.
Os ralos. Até o silêncio.”
Lembro-me de ontem, da minha visita de médico só para dar um beijo, para matar a saudade, antes de ir a correr para outras freguesias e o carinho, a atenção como fui recebida, levando comigo as “rodas tontas” que hoje fizeram as delícias das minhas filhas.
À volta da doente, fomos lendo, fomos ouvindo e rimos muito. Dei comigo a acabar esta pega.



























