Sentir a Primavera

20 mars 2015

A bolsa
A bolsa
A bolsa

A bolsa foi realizada a partir dum antigo colchão de lã. Aliada a tecidos contemporâneos, vai receber a leitura do momento. É a sugestão para a viagem que vamos efectuar.
O leme para as próximas semanas é descansar. O Inverno foi longo, queremos agora sentir a Primavera.
Até já!

Parceria

18 mars 2015

A espiga
Parceria

A primeira pregadeira da M. feita em prata é digna de ser fotografada, até porque trata-se duma prenda e é importante para ela fazer o registo das peças que vai desenvolvendo.
A espiga renasce depois do longo Inverno, elemento fundamental e tradicional do outrora Alentejo profundo.
A bolsa é o embrulho possível, uma parceria entre mãe e filha!

Das mãos dos mestres para as mãos da aprendiza
Das mãos dos mestres para as mãos da aprendiza
Das mãos dos mestres para as mãos da aprendiza
Das mãos dos mestres para as mãos da aprendiza
Das mãos dos mestres para as mãos da aprendiza
Das mãos dos mestres para as mãos da aprendiza
Costuma-se dizer que não acontecem muitas actividades em Mértola. Por esta razão, quando as há ninguém falha, desde que haja interesse. Mesmo assim seria preciso motivar mais as pessoas.
Vindos directamente de Odeleite, os Mestres José Francisco e João Rodrigues ensinaram a arte da cestaria com canas.
Das mãos da J. nasceu uma canastra.

Fatias de pão

4 mars 2015

"Pinga-amor"
Fatias de pão
Fatias de pão
Fatias de pão

No restaurante da minha aldeia come-se debaixo da azinheira, voam pássaros e borboletas e uma cegonha faz o ninho.
O restaurante da minha aldeia serve fatias de pão dentro de pequenos taleigos mas volta e meia desaparecem!
Fiz 6.
Os dois primeiros, a pensar na noite dos namorados. Os outros, por incrível que parece, foram inspirados pela clientela que ali passa.
Na minha aldeia, só há um restaurante, o Al Andaluz. Não há que enganar!

Fatias de pão

Do fim-de-semana

2 mars 2015

Ouvrir a música depois do excelente concerto
Toi et moi
Almoço no alpendre. Que venha a Primavera!

Todos os fins-de-semana o são, mas este em particular, foi partilhado no primeiro dia com a M. em Lisboa.
Programou idas aos alfarrabistas e as exposições. Limitei-me a guia-la e a acompanhar pela cidade. Calhou passarmos pelos Tibetanos (tenho a tendência por me esquecer continuamente de que a minha filha é uma vegetariana atípica!). A noite, fui levada a conhecer a música que ela gosta.
A cassette foi a compra inesperada mas perfeita para a viagem de regresso, num carro cujo a radiofonia parou no tempo.
Ontem domingo, e o primeiro almoço do ano no alpendre fez-me acreditar que a Primavera está para chegar!

Chama-se « plumette »

26 février 2015

La brassière
Construction
A gola

Composto de alpaca e de seda, a « plumette » tricotada juntamente com uma outra lã torna qualquer modelo mais macio.
Por duas vezes recorri a ela. Foi o caso da brassière que já tinha tricotada para uma das minhas filhas há uns anos e que voltei a tricotar este inverno para um tamanho adulto.
Com as sobras, fiz uma gola. Além de macia, deu a lã uma nova textura e um outro brilho.

Sem medo

22 février 2015

Sem medo #tricot #knitting

Ao longo dos anos, nessa difícil aprendizagem de ser mãe, fui ganhando medo, não tanto de proferir palavras mas sim de escrevê-las.
Uma espécie de complexo apoderou-se da minha pessoa. É tão difícil ser-se estrangeira em casa de portugueses.
A sensação de ser lida no blog, fez com que me sentisse ainda mais insegura. Por essa razão, fui pedindo a ajuda da minha família na revisão dos textos antes de serem editados para que quem espreitasse a minha janela, pudesse me ler de maneira legível e, o mais importante, ser compreendida. Achava que, com frases pequenas, me safaria.
Neste preciso momento em que escrevo, não tenho ninguém por perto e passará a ser assim. Vencer a vergonha de ser estrangeira a escrever em língua portuguesa. Deixar igualmente de esperar que alguém me acuda para finalmente publicar.
Sem medo, exponho os meus erros gramaticais, os meus erros ortográficos e sintácticos.

Vencer o medo é crescer. Ao fim de tantos anos realizo o grande desejo de tricotar uma camisola com agulhas circulares ou, por outras palavras, uma camisola sem costuras. Mas voltarei a falar dela quando estiver acabada.
Sem medo, tenho muitos posts para pôr em dia!

Suivre

Recevez les nouvelles publications par mail.

Rejoignez 1 100 autres abonnés